o "homem" chegou às eleições de peito feito... se fosse eleito iria encostar a merkel à parede e a europa voltaria à sua anterior grandiosidade.
Passou um ano e cá temos o resultado de mais um autentico bluff político. A frança completamente rendida ao directório alemão, numa situação de subalternidade confrangedora.
É esta a história deste verdadeiro "banana" que nos encheu de expectativas, prometendo reorientar a europa para a sua verdadeira vocação social, pondo um fim à "austeridade pela austeridade" (apanágio do casamento de conveniência protagonizado pela dupla merkel-sarkozy), colocando a economia ao serviço das populações e implementando políticas de verdadeira solidariedade entre os seus povos.
Infelizmente, neste caso, a montanha pariu um rato... este verdadeiro "banana" conseguiu uma coisa que era impensável há uns meses atrás: a orgulhosa e muitas vezes chauvinista frança, completamente anulada perante o poder do directório alemão.
Onde até há um ano existiu o chamado merkozy (de má memória), agora existe apenas uma puritana merkel com um verdadeiro "petain" a seus pés.
E a recessão em frança tornou-se o resultado da actuação deste ser invertebrado, que claudicou completamente, desde o primeiro momento após a sua eleição.
Se me perguntarem porque falo desta forma deste tipo de gente, a razão é simples .
Estes verdadeiros vendedores de banha de cobra são tão maus ou piores do que aqueles que nos atacam, porque não passam de autênticos abutres quando, para ganharem eleições, se aproveitam da desgraça alheia, prometendo verdadeiros eldorados e apresentando-se como arautos dum novo tempo.
E temos hollande, o invertebrado que empolgou o seu povo e os povos do sul com a sua promessa de combater este novo "reich" que se desenha no horizonte, agora transformado num autêntico "petain", aparecendo em discursos patéticos tentando justificar o injustificável.
O problema deste autêntico claudicar da frança, é que traz com ele o fim das últimas esperanças que os povos do sul podiam ter numa inversão desta política de austeridade, que serve apenas aos desígnios desta prússia do sec. XXI, numa nova tentativa de subjugar a europa ao destino conquistador do povo "superior" ariano.
Por isso olho para nós neste rectângulo e é natural que a sensação seja de abandono, impotência, desilusão e revolta perante estes autênticos criminosos que nos rodeiam.
O sentimento ainda é pior se pensar que neste rectângulo à beira mar plantado, estamos rodeados de "holandes". Não, não falo só do governo, falo por exemplo do patético "inspirado pela nossa senhora", falo do inócuo "seminarista" que por sinal até tem uns óculos redondinhos que lhe dão um ar de hollande, falo dos que em nome de um podre e hipócrita consenso o mantém lá e do verdadeiro complô de interesses subjacentes aos partidos do chamado "arco do poder", falo daquela associação de "proencistas" renovados, etc., etc.
Onde é que isto nos levará se não mudarmos radicalmente o nosso caminho, não admitindo continuar nas mãos desta autêntica "bicharada"?
Onde é que isto nos levará se não mudarmos radicalmente o nosso caminho, não admitindo qualquer espécie de negociação com estes "canalhas"?
Onde é que isto nos levará se não mudarmos radicalmente o nosso caminho, exigindo a demissão deste governo, deste presidente, desta cúpula ligada ao principal partido da "oposição" e a uma das centrais sindicais?
Onde é que isto nos levará se não mudarmos radicalmente o nosso caminho, apagando do nosso léxico a palavra consenso, quando "consenso" significa apenas "mudar as moscas..."?
Onde é que isto nos levará?
O que prevejo é que daqui a algum tempo teremos os países todos do sul (e alguns do norte da europa) completamente de rastos, com as suas economias completamente destruídas, a apelarem encarecidamente à alemanha para que nos conceda a honra de uma união política (a coberto de uma união europeia) com a capital efectiva em berlim.
O que prevejo é que nessa altura a alemanha, do alto do seu pedestal imperial, porá em prática o espírito "solidário" que lhe é característico, obrigando-nos, em contrapartida, a que gritemos em uníssono: heil merkel, ou adolf, ou schauble ou o diabo que os carregue....
nota final: as minúsculas nos nomes próprios não são erro, nem uma adaptação minha do acordo ortográfico. são propositadas...
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